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  Álbum Fotográfico
 

A Doçaria Regional

A doçaria algarvia tem a marca da passagem árabe pelo território português. Os bolinhos de amêndoa denominados de doce fino, de corres garridas e de vários formatos assemelham-se a doces que se encontram no norte de África e na Tunísia. Poucos resistem aos Dom Rodrigo, morgados, morgadinhos, figos cheios, queijos de figo ou aos figos com amêndoa. As lendárias amendoeiras e as figueiras são as grandes protagonistas destas obras, já que é dos seus aromáticos frutos que se fazem os melhores doces da região.

O doce de figo é uma das especialidades algarvias que varia consoante seja utilizado o fruto inteiro, esmagado e/ou, simplesmente, seco e torrado no forno. O figo inteiro é o principal ingrediente das estrelas e dos figos cheios, recheados com pedaços de amêndoa, açúcar e chocolate. O figo esmagado juntamente com amêndoa moída, chocolate e açúcar, permite moldar os chamados queijos de figo.

No concelho encontram-se as várias doceiras. A D. Madalena Reis Annes, em Albufeira, herdou de sua mãe, a D.ª Lúcia, a arte de doceira. São muitas as suas especialidades, como os bolos de doce fino recheados de ovos-moles (queijinhos, cerejinhas e peixes), D. Rodrigo, bolos de figo ou o morgado de amêndoa com recheio de ovos-moles, fios de ovos e gila. Atualmente já só faz doces em ocasiões especiais e, desde há alguns anos, tem participado na Mostra de Artesanato do Festival Al-Buhera, organizada pelo Município de Albufeira, onde expõe e vende os doces que faz.

Contacto: 289 588 066 (Madalena Reis) / 962 316 561 / cristinannes@gmail.com (Cristina Annes)


A D. Maria Idalina Mealha, na freguesia de Paderne, delicia-nos com os seus queijinhos de figo, estrelas de figo e figos cheios que aprendeu a fazer com a mãe. Estando já reformada dedica-se em exclusivo à doçaria regional.

Contacto: 965 572 549

 

 

 



A Doçaria Conventual

Designação que se dá aos doces que, anteriormente à extinção das Ordens Religiosas, eram confecionados nos conventos, e que se caracterizam por serem, na sua maioria, compostos por grandes quantidades de açúcar e gemas de ovos.

Em Portugal, a doçaria conventual terá tido origem no século XV. Nessa época o açúcar entrou na tradição gastronómica dos conventos. O principal adoçante, até essa altura era o mel, sendo o açúcar um ingrediente vulgar. Com a colonização da Ilha da Madeira e o cultivo da cana-de-açúcar, o açúcar ganha importância.

A lista de doces conventuais é extensa e abrange todas as regiões de Portugal. De salientar que a confeção de um determinado doce pode variar consoante a região e o convento de origem. Alguns exemplos deste tipo de doçaria são o leite-creme, a barriga-de-freira, as rabanadas, os ovos-moles, as trouxas-de-ovos, os fios de ovos, o arroz-doce ou o toucinho-do-céu.

A D. Fátima Machai, natural de Moçambique, residente em Albufeira desde 2010, dedica-se à doçaria conventual.

Começou a cozinhar aos 5 anos para ajudar a criar a família, como era usual antigamente. O gosto pela cozinha foi crescendo, principalmente na doçaria. Aos 14 anos chegou a Portugal com a sua família e radica-se em Alcobaça. Um ano depois vai trabalhar para a casa de uma família em Lisboa e, depois de vários trabalhos, começa a trabalhar com idosos em Alcobaça e a fazer bolos para fora ficando conhecida pelos seus dotes culinários. Em 1999 frequentou um curso profissional com intuito de obter a carteira profissional de pastelaria/cozinha.

A cidade de Alcobaça, conhecida pelas suas influências conventuais ao nível da doçaria, motivaram-na a aprender e a aperfeiçoar as técnicas de confeção deste tipo de doçaria, tornando-se referência e o objeto de inveja pelos seus sublimes dotes.

Contactos: 919 306 161 / confeitariadivinagula@gmail.com

 



Trabalhar o Metal

Luís Nunes Alberto
, natural de Caxarias, Ourém, emigrou para França com os pais aos 9 anos, onde estudou até ter completando o 12º ano. Regressou a Portugal em 1972 e encontra-se radicado em Albufeira desde 1977. Artista por vocação, artesão por necessidade, tem-se dedicado, desde 1968, como amador, e desde 1973, como profissional, ao fabrico de jóias em metais pobres como cobre, latão e alpaca. Estudou dois anos, na ARCO - Escola de Arte e Comunicação, em Lisboa, Ourivesaria, Pintura e Gravura.


Desde os 10 anos que escreve prosa poética e poemas. Pinta em vários suportes e materiais e, nos últimos anos, tem desenvolvido trabalhos experimentais em fusão de vidro. Já participou em várias exposições coletivas e individuais e em Mostras de Artesanato realizadas no concelho.

Nos últimos anos tem-se também dedicado à fotografia, especialmente macro fotografia de natureza.

Contactos: 963 272 944 / mc2sempre@gmail.comwww.incontinencia-cultural.blogspot.com
Local de Venda: Rua Cândido dos Reis, Albufeira




Listagem de artesãos do concelho de Albufeira

 

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