hit counter

Home > O que fazer > Compras e Lazer > Artesanato

 
 
  Álbum Fotográfico
 

Artesanato

Em Albufeira pode também encontrar variadíssimas peças de artesanato que primam pela originalidade e pela diferença e que representam o melhor da herança cultural algarvia. A empreita em palma, as miniaturas de carroças e barcos em madeira, a doçaria regional, os trabalhos em arenito, ou as rendas e bordados, fazem parte deste imenso património cultural que se traduz num artesanato ímpar e que pode ser encontrado em vários locais.

Com o artesanato, partilhamos o saber que passou de gerações em gerações até aos dias de hoje. As coisas que se faziam noutros tempos que são o testemunho deste Algarve que, apesar das intensas modificações a que foi sujeito nas últimas décadas, mantém muito daquilo que é a sua identidade própria. 

Para além do artesanato tradicional, encontramos inovação e originalidade em peças atuais feitas com matérias-primas e técnicas modernas, através de artesãos que aliam a contemporaneidade à arte manual. Uma visita a Albufeira só ficará completa se levar consigo uma destas peças.


O Artesão das Pedras do Mar

Joaquim Pargana
, natural de Lagoa, mas residente na freguesia de Olhos d'Água há cerca de 40 anos, dedica-se a esculpir as pedras que encontra no mar em originais peças decorativas. Trocou a hotelaria por uma arte única em Portugal. Peixes, golfinhos, cavalos-marinhos, tartarugas, caranguejos, sereias, deuses do mar, aves e alguns santos evidenciam o talento e o engenho deste autodidata que começou por pintar, esculpir o barro e só há cerca de 15 anos se iniciou na pedra do mar. Para além de lhe fornecer a matéria-prima para os seus trabalhos, o mar serve também de fonte de inspiração. Tem peças que lhe foram encomendadas para oferecer aos ex-Presidentes da República Jorge Sampaio e Mário Soares.

Expôs pela primeira vez o seu trabalho em 1996, na Galeria Samora Barros, em Albufeira. Desde então, tem participado em diversas feiras nacionais e internacionais de artesanato, preferindo, no entanto, recolher-se à pacatez dos Olhos d´Água e do seu atelier.

Atelier: Beco da Ladeira, Loja 9, Olhos d´Água
Contactos:
289 501 567 / 964 833 469 / jpargana@pedradomar.com



A Pintura no Xisto

Carlos Mateus cresceu em Santana da Serra, no concelho de Ourique, em plena Serra do Caldeirão onde a pedra predominante é o xisto.

Inicialmente começou por pintar os montes típicos da serra. Quando veio residir para Albufeira começou a pintar as paisagens do Algarve. Utiliza tintas acrílicas para pintar as placas de xisto, diluídas com água para dar transparência.

Tem o curso de pintura em cerâmica e pintou loiça durante 18 anos. Já participou em várias feiras de artesanato por todo o país e também em algumas exposições. 

Contactos: 964 732 085 / carlosmateus_1968@hotmail.com





O Mar como Inspiração

Em Albufeira, encontram-se ainda alguns artesãos que têm como inspiração o mar e que trabalham a madeira dando forma a miniaturas de barcos usados pelos pescadores na sua faina diária. Os artesãos que ainda se dedicam a esta arte, fazem-no nos seus tempos livres e as peças são apenas para oferecer aos amigos.

José Manuel Cabrita, natural de Albufeira, conhecido por "Zé Manel Capinha", provém de uma família de pescadores. Desde que abriu o Snack Bar Golfinho, no antigo armazém do avô, dedica-se, nos tempos livres, a reproduzir os barcos usados antigamente na pesca à sacada (ou cerco). Na Rua de Santana, n.º 15-A, no centro da cidade, pode-se encontrar as réplicas de lanchas, saveiros, botes e traineiras. As lanchas ou sacadas eram os tipos de barcos mais comuns na pesca do charro e da sardinha.

Eram barcos de porte razoável, de mastro e verga. As velas eram triangulares, feitas de lona e para navegar ficavam inclinadas de bico para cima apoiadas no mastro. Os saveiros, com formatos mais baixos, eram utilizados também na pesca na costa. O bote era e ainda é uma pequena embarcação que servia para fazer as deslocações às grandes lanchas e traineiras. Era construído de madeira espessa e caracterizava-se por ter os bordos redondos. Eram igualmente utilizados na pesca à linha da lula. As traineiras eram barcos de maior porte utilizados também na pesca do charro e da sardinha.

 



A tradição do azulejo

A pintura em azulejo obedece a uma técnica que requer muita paciência e habilidade.

Primeiro o desenho a transferir para o azulejo deve ser passado por papel vegetal com o picotado do desenho, ou seja, com todos os traços e contornos. Esse desenho é passado com uma boneca de pó de grafite para o azulejo. Esses contornos do desenho são delineados com tinta e depois são preenchidos com as tonalidades necessárias. A cozedura das peças é feita em forno com temperatura de 1000ºC. Após a cozedura, o vidrado transforma-se numa camada vítrea, lustrosa e impermeável, onde as cores se fixam.

Graça Martins, natural de Paderne, iniciou a sua participação na Feira de Artesanato de Albufeira em 1985. Tendo passado pelas artes decorativas, em 1995, iniciou-se na pintura em porcelana e azulejo no Atelier Elisabete Ribeiro.

É uma autodidata na pintura a óleo. Frequentou a Escola de Pintura PLANETA ARTE e o curso de técnicas de manufatura de azulejo no Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa. Tem diversas obras espalhadas pelo país e estrangeiro, nomeadamente na Bélgica, na Inglaterra e na Escócia e já participou em diversas exposições coletivas e individuais.

Contactos: 964 557 222 / mgracagmartins@gmail.com

< anterior
1  2  3  4 seguinte >
 
  Agenda
 < Março, 2017  >
S T Q Q S S D
272812345
6789101112
13141516171819
20212223242526
272829303112
3456789
Descarrega o Adobe Flash player